quinta-feira, 26 de julho de 2007

O Beijo, c.1923



O Beijo, c.1923 - EMILIANO DI CAVALCANTI



Duas figuras aparecem ao centro de O Beijo. Um homem e uma mulher entrelaçados confundem-se com o plano de fundo, abstraindo a temática.


A obra é composta por formas arredondadas e linhas circulares, gerando movimentações que desestruturam e fundem a rede de diagonais de Costureiras.


Nessa fusão, novas luzes surgem. Manchas amarelas, verdes e alaranjadas mantêm a estrutura compositiva em movimentos ondulatórios ritmados.

2 comentários:

Imago disse...

Segundo Pitágoras.. a voz é o eco da alma !!! posso dizer que minha alma grita.. berra.. ao ver uma obra abstrata !!! a arte abstrata tem um quê que desconstroi os padrões e nos faz navegar em mares desconhecidos.. ilusão de otica.. sentimentos ocultos.. desejos intermináveis.. romances nostálgicos... frutos de nossa nossa imaginação?! quem sabe !!! o que se passa na cabeça do autor.. ele deixa envolto na energia que engloba os ares da obra de atre !! Tudo depende do ponto de vista.. tudo depende da interpretação !!!

Imago disse...

mudando de assunto.. que tal debatermos o que vem a ser a art nouveau ??!